domingo, 25 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Uma borboleta, uma manhã ensolarada, um momento especial na Oficina de Criação
Que bom que tenho este espaço para falar do cotidiano da Oficina de Criação. Um projeto que é essencialmente encontro. Encontro com os amigos, com o mundo lúdico, com a poesia, com a natureza... encontro com nossa possibilidade de encontro!
Neste universo afetuoso, o simples provoca encantamento e a suavidade traz contentamento. Hoje foi assim. Vivenciamos um momento especial, graças a um visita deslumbrante, uma linda e enorme borboleta.
Ao meu convite: "Venham ver uma borboleta gigante!" as crianças interropem uma situação de brincadeira para juntos acompanharmos o diferente movimento de uma borboleta. Não havia flores no quintal, mas ela plainava fartamente por entre as folhas do limoeiro, como se escolhendo um lugar perfeito.
Às vezes, parecendo não se incomodar com nossa presença, vinha em nossa direção, mas tomava o rumo de outra árvore. Foi assim que a observamos enquanto dançava, abrindo e fechando suas belas asas marrom e amarela, bem devagar, mais aberta do que fechada, na amoreira, goiabeira, mangueira e outras pequenas plantas. Seria um ritual para o depósito de seus ovos? Estaria ela escolhendo o lugar? O que sei foi o que senti ao ver aquelas crianças experimentando a contemplação. Muita emoção. Se conseguimos isto das crianças, ganhamos a luta pela vida. Não há mais o perigo do descaso com o vivo, com a frieza, com a destruição. Somos capazes de sentir o belo. Somos belos!
E, como que um presente do Deus autor da natureza, ouço a Laís recitar uns versinhos espontaneamente enquanto marcava ritmo com seu bailar. Gesto seguido pela Raphaela e que me levou a anotar e aqui compartilhar:
A BORBOLETA
Esta flor do campo faz bater meu coração
É tão bonita que dói e faz adormecer
Bonita que vai e vem
Suas asas são lindas
E o amor também
Laís (5anos)
A BORBOLETA
A borboleta faz maravilha pela ar
Numa correria vai e vem
Brincando sem parar
Com suas irmãs vai se encontrar
As belas flores
Juntas vão reinar
Obrigada borboleta por sua beleza. Obrigada crianças por sua poesia. Obrigada Deus por mais este dia.
Susi M V Emerich
domingo, 29 de janeiro de 2012
O homem e a arte
Foto: Susi
Quando o homem no começo
Emergiu da escuridão
Viu bichos, águas e plantas
E as estrelas na amplidão
Ficou tão maravilhado
Que num momento inspirado
Pintou na gruta um bisão.
A arte só nasce assim
Se o homem se transfigura
Olha o mundo à sua volta
Seus aspectos captura
E nos devolve em beleza
O que viu na natureza
Conforme a sua leitura.
A arte é produto humano
É o real transfigurado
Não são as coisas reais
Mas o mundo transformado
Na arte nós renascemos
Nela nos reconhecemos
Partes de um mesmo legado.
Todas as obras de arte
Têm importância exemplar
Pois representam um produto
De cada tempo e lugar
Desde as obras consagradas
Até as que são criadas
Pelo artista popular.
Os artistas do desenho
Da pintura e da escultura
Lidam com volume e forma
Dando sentido à figura
A obra assim se completa
Plano, linha, curva e reta
Perspectiva e textura.
Cinema e fotografia
São artes como as demais
A grafitagem, os quadrinhos
E os processos virtuais
Feitos no computador
Possuem grande vigor
Nestes tempos atuais.
A música está nos sons
Que a natureza oferece
Trabalhados pelo artista
Que com eles sonha e tece
O samba, o rock e a sonata
A sinfonia e a cantata
Canções que ninguém esquece.
Na dança o corpo é quem reina
Seu principal instrumento
Projetando-se no espaço
Com leveza e sentimento
A dança é celebração
Do corpo a pura expressão
Desenhando o movimento.
O teatro é a maravilha
Que junta no mesmo dia
O texto, a luz, os atores
Cenário, som, melodia
Cria do nada uma história
Que fica em nossa memória
Que marca, instiga, extasia.
Texto de Clotilde Tavares
sábado, 19 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
12 de novembro: dia do Psicopedagogo
"Qual o lugar do psicopedagogo? Qual o alcance desta profissão? Quais as possibilidades deste profissional?"
Perguntas como estas, pertinentes a esta data e a este tempo de mudança de paradigmas no campo da educação e da sociedade como um todo, nos leva a refletir e a configurar uma psicopedagogia que ocupe um lugar de fundamental importância nestes dias de crise que vivemos. Dias de superação de um conceito fragmentado de homem, que começa a deixar para trás uma visão mecanicista de realidade. Para este tempo, pensemos em um psicopedagogo não limitado à habilidades e técnicas, pois nesse tempo, dificuldades de aprendizagem, por exemplo, deixam de ser apenas consequência de problemas pontuais, passando a ser contextualizados no universo integral do sujeito aprendente.
A Psicopedagogia é transdisciplinar. Isto quer dizer que ela não se limita a junção de enfoques da Psicologia, Pedagogia, Linguística ou qualquer outra ciência. Esta área de conhecimento se caracteriza por seu caráter global e dialético. Na realidade, a Psicopedagogia é um campo do conhecimento que se propõe a integrar, de modo coerente, conhecimentos e princípios de diferentes Ciências Humanas com a meta de adquirir uma ampla compreensão sobre os variados processos inerentes ao aprender humano. Integrar para fazer emergir um novo olhar, de alcançe a uma leitura compatível à complexidade do processo de construção de conhecimento pelo homem
É uma área relativamente nova no sentido do tempo de seu surgimento, mas principalmente nova por conta de seu caráter inovador. É novo investigar um problema de aprendizagem partindo da história de vida do sujeito. Para Psicopedagogia o trabalho pode considera-se "concluído" quando o sujeito estiver pensando livremente, usando o potencial da inteligência para desenvolver sua autonomia. Este objetivo é novo, pelo perfil de um homem criativo e livre a que ele nos remete. Um novo tempo, um novo mundo...
A Diretoria Executiva da ABPp mobilizou-se para que fosse criado e adotado um símbolo que representasse a atividade profissional do Psicopedagogo e traduzisse toda a grandeza da Psicopedagogia. Criado a partir da imagem da Fita de Möbius, o símbolo acima representa o olhar do Psicopedagogo. As voltas estão dispostas de forma a representar a aprendizagem do indivíduo. O círculo central representa o indivíduo em processo para a aquisição de conhecimento e as mudanças perceptíveis (círculo vermelho). O desenho nos remete a ideia de movimento. Aprende é movimento, como o é o próprio viver. Este movimento no processo de construção de conhecimento não é linear, com começo meio e fim, mas expande-se em aspiral demonstrando-se cada vez mais complexo, cumulativo e infinito de possibilidades.
O trabalho do psicopedagogo não é apenas técnico, mas carregado de subjetividade. Parte de uma mediação que demanda afeto. O lugar do psicopedagogo é o lugar do humano. O alcance da seu fazer profissional terá o limite de sua ética e formação que deve ser permanente. Ser psicopedagogo é mergulhar no mundo do encontro. Nesse sentido, o seu alcance é o alcance do seu amor.
Como já pontuado, o momento da educação institucionalizada é de crise. O modelo carteziano de abordagem do processo de ensino-aprendizagem não mais dá conta de um educando que tem sede de ser e precisa ser construído para um mundo diferente. As famílias também precisam aprender a lhe dar com estas novas crianças. Eis o desafio da educação! Este é o lugar do psicopedagogo, lugar do acolhimento, da mediação afetiva, do suporte a um aprender que estrapole a sala de aula e que seja vivo.
Susi Emerich
Como já pontuado, o momento da educação institucionalizada é de crise. O modelo carteziano de abordagem do processo de ensino-aprendizagem não mais dá conta de um educando que tem sede de ser e precisa ser construído para um mundo diferente. As famílias também precisam aprender a lhe dar com estas novas crianças. Eis o desafio da educação! Este é o lugar do psicopedagogo, lugar do acolhimento, da mediação afetiva, do suporte a um aprender que estrapole a sala de aula e que seja vivo.
Susi Emerich
domingo, 30 de outubro de 2011
A afetividade na ótica psicopedagógica
A Psicopedagogia se ocupa de um sujeito que aprende, assim como a Psicanálise se ocupa de um sujeito que deseja e a epistemologia genética de um sujeito que conhece. Portanto, é a inter-relação entre o sujeito desejante e o sujeito cognocente que dá origem ao sujeito da Psicopedagogia: o sujeito aprendente.
Referindo-se à Psicopedagogia, Alícia Fernandez diz que “o ponto moral de sua abordagem não se detém à inteligência, mas à articulação entre o organismo, o corpo, a inteligência e o desejo, numa relação com um e outro, que constitui o terreno onde o ensino-aprendizagem acontece.” (FERNANDEZ, 1992, p. 97)
A autonomia do pensamento possível e necessária para que uma pessoa tenha contato com a faculdade humana mais apreciada, que é a liberdade, constitui o objeto da Psicopedagogia.
Sendo a Psicopedagogia reconhecida por seu caráter transdisciplinar no sentido de ver o sujeito aprendente para além de suas faces, construído dialeticamente, tornando-se um sujeito global e único, reconhece na afetividade uma composição básica deste ser que é inteiro, carregado de subjetividade.
A ação psicopedagógica caracteriza-se por olhar, de vários lugares, a relação do homem com o conhecimento, a partir de um eixo comum: a perspectiva integradora. Vencendo a preconceituosa barreira entre realidade interna e realidade externa, abre canais de comunicação e possibilita uma verdadeira travessia entre consciente/inconsciente, real/imaginário, objetivo/subjetivo, ensinante/aprendente.
Com o termo ensinante/aprendente a Psicopedagogia designa uma nova visão da relação entre educadores e educandos, onde os espaços e tempos do aprender estão para além das escolas e são percebidos na complexidade e na totalidade da vida de cada um de nós, sujeitos inseridos na dinâmica relacional do conviver com os outros. Este olhar sobre as relações existentes nos atos humanos de ensinar e aprender, presentes no processo de aquisição do conhecimento, nos mostra a flexibilidade no exercício de cada um desses papéis.
O sujeito aprendente e o sujeito ensinante coexistem em cada um de nós. Para que ocorra o ensino e a aprendizagem, é preciso que nos conectemos com ambos posicionamentos, que são subjetivos.
A aprendizagem ocorre na relação entre a objetividade (a realidade, o conhecimento, a lógica, o espaço, o tempo, o intelecto) e a subjetividade (o simbólico, o desejo, as representações, os afetos). Nos processos de ensino/aprendizagem, o simbólico se transmite ao mesmo tempo em que o conhecimento dito "científico", ou seja, a transmissão do conhecimento é também a transmissão de nossas formas de ser e de crer. É importante assinalar que os processos de ensino/aprendizagem são indissociáveis porque internalizamos modelos de aprender em reciprocidade aos modelos de ensino com os quais interagimos durante a vida nos grupos aos quais pertencemos.
Com a aprendizagem, o indivíduo se integra ao mundo cultural ativamente se apropriando de conhecimentos e técnicas, construindo em sua interioridade um universo de representações simbólicas. A aprendizagem eleva o sujeito para além de seus “limites” dando um movimento contínuo em seu processo evolutivo, próprio aos seres humanos.
As teorias de desenvolvimento infantil mais validadas apontam para a relação intrínseca entre afetividade e cognição. Aprendizagem pressupõe afeto. Afeto viabiliza o desenvolvimento intelectual. Deste modo, podemos afirmar que a afetividade é para a Psicopedagogia de fundamental importância. Sua atenção está voltada para a mediação dos afetos nos processos de aprendizagem, enfatizando as relações interpessoais estabelecidas entre docentes e discentes, pais e filhos, indivíduos e indivíduos, em diferentes situações.
A Psicopedagogia deve entender a estreita ligação entre pares que compartilham uma construção recíproca, na qual as relações vinculares trazem implicações para o êxito das aprendizagens. Ela nos convida a pensar na qualidade dos vínculos que se estabelecem no seio da instituição Família e que constituem a estrutura familiar. É no interior da família, dos vínculos estabelecidos entre seus membros, que o sujeito vai construindo sua modalidade de aprendizagem. A partir deste modelo inicial se relaciona.
Há famílias para as quais questionar, duvidar, perguntar podem ser atitudes que se chocam com o mandato familiar de suprimir ou neutralizar a diferença, dificultando, dessa forma, o processo de construção de conhecimento e de individuação.
A família, como a matriz da identidade onde se estabelecem as primeiras relações, deve ser estudada e compreendida por aqueles que se dispõem a conhecer como se configura o processo de autoria do pensamento, a partir da circulação do conhecimento na própria dinâmica familiar. Importa, portanto, ao psicopedagogo, a compreensão dos elementos constitutivos da família, observados e estudados sob a ótica da Psicopedagogia, buscando uma leitura e análise que possibilitem a reflexão sobre os aspectos fundamentais dos modelos de interação familiar. Importa, ainda, a construção de conhecimentos específicos sobre o modelo de comunicação, sobre a diversidade de regras, de padrões e sobre as dimensões hierárquicas nas relações familiares.
. A investigação dos problemas de aprendizagem e suas causas parte da história de vida do sujeito e não se detém a um recorte do cérebro e suas funções. O afeto transversaliza esta história, interferindo em todo processo de desenvolvimento do sujeito.
Segundo Pain (1996), há interferência da afetividade nos movimentos de assimilação e acomodação propostos por Piaget. .Os problemas de aprendizagem se ligam a perturbações que ocorrem determinando uma inibição no processo de passagem do momento de assimilação para o de acomodação, ou do predomínio de um sobre outro, não ocorrendo a equilibração. Desse modo, impede a possibilidade da ocorrência da aprendizagem. A causa dessa inibição está normalmente ligada ao tipo de relações vinculares estabelecidas entre a criança, sua mãe e seu contexto familiar.
Pain nos mostra que a inibição precoce de atividades assimilativo-acomodativas dá lugar à modalidade nos processos representativos, cujos extremos podemos caracterizar como hipoassimilação (esquemas de objetos empobrecidos, incapacidade de coordená-los, déficit lúdico,disfunção do papel antecipatório da imaginação criadora); hiperassimilação (internalização prematura dos esquemas e predomínio lúdico); hipoacomodação (ritmo da criança desrespeitado, imitação impedida); hiperacomodação (superestimulação da imitação).
A partir do dito por Pain, pode-se compreender a importância do estudo e da análise da influência dos aspectos afetivos do sujeito na constituição de seus esquemas e na representação desses esquemas diante da resolução de problemas.
Para a Psicopedagogia, toda dificuldade de aprendizagem tem a princípio uma motivação de ordem afetiva. Todo fazer psicopedagógico também compreende o aspecto afetivo por excelência, pois não há intervenção psicopedagógica de qualidade sem encontro, sem vínculo.
A afetividade se refere às vivências dos indivíduos e às formas de expressão mais complexas e essencialmente humanas. Entende-se que o homem pensa e sente simultaneamente e isto tem inúmeras implicações nas práticas educacionais, bem como no fazer psicopedagógico.
Susi Emerich
sábado, 15 de outubro de 2011
15 de outubro, homenagem ao professor: EDUCADOR
Foto: Gicele
Educa!
Vai junto,
Vive,
Convive,
Influencia,
Mistura-se ao outro...
Educa!
Muda,
Constrói,
Vence!
Convence!
Transforma com vontade
De fazer a diferença.
Mais que vontade,
A boa vontade.
Para estes,
A recompensa divina:
Paz!
Educa!
Com boa vontade
De homem de verdade.
Que sente,
Que luta,
Que é livre!
Educa!
Trabalha!
Chora,
Ri,
Arrepia,
Contagia,
Vibra,
Brilha!
Educa!
Com entusiasmo,
Desejo,
Fé:
No amanhã,
No homem,
Na mulher,
Na vida,
Num mundo melhor!
Susi Emerich
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
ÁRVORE E CRIANÇA: UMA RELAÇÃO DE AMOR
Dia 21 de setembro comemora-se o Dia da Árvore.
São inúmeros os benefícios de uma árvore. Sua importância, inclusive, deve-se ao fato de seu valor estar ligado à conservação da própria vida, ao ar que respiramos. Daí a necessidade de mantermos as florestas. Dentre tantos benefícios, não podemos deixar de atribuir às árvores o de proteção dos solos; de retirada de poluentes do ar; de influência no clima; de diminuição de ruídos externos; de embelezamento das cidades e muitos outros.
São inúmeros os benefícios de uma árvore. Sua importância, inclusive, deve-se ao fato de seu valor estar ligado à conservação da própria vida, ao ar que respiramos. Daí a necessidade de mantermos as florestas. Dentre tantos benefícios, não podemos deixar de atribuir às árvores o de proteção dos solos; de retirada de poluentes do ar; de influência no clima; de diminuição de ruídos externos; de embelezamento das cidades e muitos outros.
Um capítulo à parte nesta celebração ao dia da árvore é a reverência das crianças revelada no encantamento por este elemento que tem a cara da infância. Quem nunca se encantou com a imagem de uma casinha na árvore?
Árvore e criança, uma relação de amor. Nossos pais e avós, em maior proporção, puderam estreitar esta tão lúdica relação. Hoje dada às exigências do estilo de vida urbano, nossas crianças pouco têm se apropriado deste conteúdo que demanda todos os sentidos para sua construção. Diante de um aparelho de televisão uma criança só utiliza dois sentidos: visão e audição. Como elaborar o conceito mental "árvore" de maneira bidimensional? A criança precisa experimentar a textura, as dimensões, o cheiro de uma árvore... o som de suas folhas ao vento, o visual de suas flores, o sabor de sua fruta no pé!
Foto: Gicele
Em meu trabalho como psicopedagoga, mais especificamente nas Oficinas de Criação, tenho testemunhado o quanto uma paisagem arborizada favorece ao desenvolvimento e a aprendizagem das crianças. Lembro-me com orgulho do que a mãe de um cliente me relatou enquanto compartilhava as impressões de seu filho ao conhecer sua nova escola: "Tem uma amendoeira aqui!"
Nesta aventura de se construir enquanto ser, a criança tem a oportunidade de descobrir as possibilidades e limites de seu corpo enquanto experimenta subir em uma árvore. A partir desta aprendizagem desenvolve sua auto-estima, potencializando ainda mais novas descobertas. Aprende a lhe dar com o medo de cair. Desenvolve senso de segurança e equilíbrio. Do alto de uma árvore conhece novos ângulos de seu ambiente. Aprende sobre os pássaros, insetos e etc. A sombra, o ar puro, bem como o lindo visual de um quintal com árvores proporcionam a criança um ambiente suave. O bem estar, fruto do contato com a natureza, recarrega energias necessárias aos desafios do crescimento de ordem mental, emocional e orgânico.
Uma árvore inspira poetas e artistas plásticos. Que também inspire a nós pais, educadores e tantos quais convivam com a criança, a possibilitar de forma também poética, o encontro desta com este maravilhoso ser. A natureza agradece, a vida agradece.
Susi Emerich
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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